UMA VISÃO SECURITÁRIA E INTERCONECTIVIDADES: A PARTIR DA PAISAGEM CULTURAL MARÍTIMA E DO ACTOR-NETWORK

CEDIS Working Paper Política, Direito e Economia do Mar n.º 4 abril 2018

Resumo e palavras chave

Autor: Jorge Leonel Vaz Freire

 

RESUMO
Para este ensaio escrito no âmbito da disciplina de Segurança Marítima do Mestrado Direito e Economia do Mar. A Governação da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa procuramos compreender a segurança e a conectividade marítima através de dois conceitos. um primeiro de índole cultural que procura analisar o espaço marítimo através de relação direta e indiretas entre o homem em busca de interdependências. O conflito é a base, mas não num exclusivo bélico, é, igualmente o confronto com os elementos da natureza que, conjuntamente, definem aquilo que designamos de zonas de transporte, onde a mudança se observa em pontos de transição.
Um segundo conceito influenciado pela teoria do Actor-Network, onde se distingue elementos que são humanos e outros não humanos. Partindo da sociologia, evidenciamos que o material é mais do que um intermediário ou um enquadramento para um determinado contexto. Os não humanos, são elementos que transformam a rede em que vivemos.
Tudo isto, para conjuntamente com o exemplo do barra do estuário do Tejo, reforçarmos a ideia que a bacia do atlântico é uma paisagem marítima, e que esta, ao nível securitário deve ser também analisado enquanto cultura que é, para nós, o primado da conectividade.
PALAVRAS-CHAVE
Interpolaridade, conectividade, actor-network theory, Paisagem Cultural Marítima, Atlântico.

Abstract and keywords

Security and Interconectivity Approach: a maritime Cultural Landscape and Actor-Network perspective

 

Author: Jorge Leonel Vaz Freire

 

ABSTRACT

This essay was written within the Maritime Security discipline of the Master’s in Law and Economy of the Sea. The Faculty of Law of the Universidade Nova de Lisboa governance seeks to understand safety and maritime connectivity through two concepts. The first is cultural driven that seeks to analyze the interdependence of man relationships with maritime space through a direct and indirect approach. Conflict is the basis, but not an exclusive one, and it is also the confrontation with the nature’s elements. Together it defines what we call transport zones, where changes are observed at transition points.

A second concept is influenced by the Actor-Network theory, where it distinguishes elements that are human and nonhuman. Starting from sociology, we show that the material is more than an intermediary or a framework for a given context. Non-humans are elements that transform the network in which we live.

All this, together with the example of the Tagus estuary bar, reinforces the idea that the Atlantic basin is a maritime landscape. And this, for us, at the security level, must also be analyzed as culture, at the primacy of connectivity.

 

 

KEYWORDS
Interpolarity, Multiple connections, Ator Network Theory, Maritime Cultural Landscapes, Atlantic.

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